Você deveria dar mais atenção aos botões de call-to-action: entenda por quê

Você deveria dar mais atenção aos botões de call-to-action: entenda por quê

Você deveria dar mais atenção aos botões de call-to-action:  entenda por quê

Responda rápido! Quando você lê as seguintes expressões:

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Mesmo que de forma inconsciente, a opção mais provável é que você obedeça à ordem enunciada, não é mesmo? Ou pelo menos pense a respeito rapidamente para realizar alguma ação. É claro que isso nem sempre ocorre em 100% das vezes, mas frases imperativas agem de forma automática em nosso cérebro e é grande a possibilidade de fazermos exatamente o que elas ordenam.

Usamos esse exemplo apenas para demonstrar como algumas chamadas têm poder sobre nossas ações. Mas qual a relação disso tudo com as estratégias de marketing adotadas pelas empresas? Vem com a gente para acompanhar o raciocínio.

Ao executar uma ação de marketing, muitas variáveis devem ser observadas para captar a atenção do público a quem a mensagem é dirigida. Entre elas está o CTA, ou call- to-action ou, ainda, chamada para ação. O CTA, em geral, tem grande influência sobre o caminho que um consumidor irá tomar a partir do conteúdo que a ele é ofertado. Isso vale na abertura de um e-mail ou no momento de decidir por uma compra dentro do e-commerce, por exemplo. Bons calls-to-action são fundamentais nas etapas de atenção e interesse (que costumam durar poucos segundos) e na ação (que muitas vezes é o clicar no próprio call-to-action).

A verdade (nua e crua) é que os CTAs funcionam como verdadeiros comandos. Se bem utilizados, podem contribuir (e muito) para aumentar a taxa de conversão.  Claro que o CTA só terá real valor se a pessoa a quem a mensagem é destinada tiver interesse no que está sendo oferecido. Não podemos eliminar totalmente essa variante.

No geral, os CTAs costumam ser apresentados no formato de botão, banner ou mesmo chamada com link, certo? Alguns pequenos elementos do design podem fazer toda a diferença no curto espaço de tempo em que o usuário terá para clicar ou não clicar no botão. Podemos considerar os seguintes:

– Formato do botão;
– Cor;
– Fonte utilizada;
– Uso de outras formas junto à chamada (ex: seta).

Nossa recomendação é que você realize alguns testes com a finalidade de identificar qual modelo performa melhor. E, por último, e mais importante: ofereça algo de valioso e que vale a pena ser clicado. Pense nisso ao elaborar suas estratégias!

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