Até onde valem as ações por email marketing?

Até onde valem as ações por email marketing?

Até onde valem as ações por email marketing?

por Fábio Grinberg

Entramos no ano de 2011 com a certeza de que a área tecnológica vai dominar ainda mais as ações no mercado e a batalha pela preferência do cliente e pelo consumidor. Porém, um assunto que para muitos é um tanto ultrapassado volta à tona quando percebemos o quanto ele ainda se faz presente no nosso dia a dia: o marketing via e-mail.

De acordo com os dados levantados pela empresa Royal Pingdom, especializada em monitorar o tráfego na internet, no ano passado circularam no mundo mais de 107 trilhões de mensagens via e-mail. O espantoso é que 89% desse total, ou 95,3 trilhões de e-mails, eram indesejados. Ou seja, mais contribuíram para arranhar a imagem da empresa/serviço do que para o aumento de lucro ou de faturamento.

Na outra ponta da corda, no entanto, estão incontáveis empresas que ainda apostam nesse tipo de propaganda como a melhor forma de se comunicar com o seu público ou cliente. Esse número é crescente, e profissionais da área garantem que o e-mail marketing ainda é um dos serviços mais solicitados às agências de publicidade.

O principal problema, porém, é de que forma o cliente pode ser abordado pela chamada mala-direta, já que a cada dia que passa, mais empresas utilizam-se desse artifício.

Coloque-se no lugar do seu cliente ou usuário: como você se sentiria (ou se sente, provavelmente, todos os dias) ao ver dezenas e centenas de e-mails na sua caixa de mensagens, sendo a grande maioria deles com informações inúteis para você, com apenas propaganda mal direcionada?

Esse é um dos maiores erros cometidos pelas empresas que decidem usar e-mail marketing. Simplesmente enviar propaganda, para uma base qualquer de usuários, sem nenhum foco – e, tantas vezes, sem o consentimento do usuário -, é não só ineficaz, mas também ruim para a sua imagem.

Por isso, é extremamente necessário que as ações de e-mail marketing sejam bem embasadas e estruturadas, assim como toda a campanha de marketing digital na qual essa ação está inserida. Um projeto perdido representa prejuízo financeiro e para a imagem da sua empresa. Um e-mail enviado a milhares de pessoas pode valer menos que uma mensagem individualizada a quem você quer realmente alcançar.

Prova disso são os sites de emprego, como Catho e Vagas. Eles deixaram de enviar e-mails às pessoas cadastradas com o título “1.450 empregos em São Paulo” e passaram a utilizar “Fábio (o nome do usuário), temos 15 vagas abertas com seu perfil, na sua região“.

Agora me responda: se esses dois e-mails caírem na sua caixa postal, qual deles você abrirá primeiro? O genérico, que não é direcionado a você e que não te interessa, ou o personalizado/individualizado, que poupa tempo, principalmente no processo de busca à informação?

Observe bem como você está projetando suas campanhas e onde elas podem correr o risco de estarem falhas. Com isso, sua empresa passa a focar e a direcionar para alvos corretos e rentáveis na capacitação de clientes.

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